Há pessoas que vivem a remoer o passado. Dele não se libertam nunca. Referem-se
a ele sempre com o sentimento de culpa ou pesar. Sentem-se devedoras por não
terem feito algo, ou por terem feito algo de que se arrependem.
Há outros que optam por se agarrar ao futuro. E não fazem muito melhor do que aquelas, pois sempre que pensam no porvir, o fazem angustiados e temerosos. O desconhecido as intimida, ou lhes trazem paralisante preocupação. O amanhã, o que será? Como vai ser o meu destino? Na incerteza, preferem a inação.
Definitivamente não nos ajuda muito quando o passado e o futuro são entidades que nos exaurem a vitalidade, a paixão pela vida ou quando nos tornam apáticos.
Há outros que optam por se agarrar ao futuro. E não fazem muito melhor do que aquelas, pois sempre que pensam no porvir, o fazem angustiados e temerosos. O desconhecido as intimida, ou lhes trazem paralisante preocupação. O amanhã, o que será? Como vai ser o meu destino? Na incerteza, preferem a inação.
Definitivamente não nos ajuda muito quando o passado e o futuro são entidades que nos exaurem a vitalidade, a paixão pela vida ou quando nos tornam apáticos.
O passado pode, todavia, ser algo
fecundo se nos traz à memória vivências que nos elevaram a alma, que nos
acrescentaram algo que ainda hoje, só a sua lembrança, nos traz contentamento e
paz. E não há quem não tenha experimentado situações de contentamento e
felicidade.
O futuro, igualmente, é benfazejo se, em vez de inquietação, nos anima e inspira à ação. Quando não nos fala somente de nossas limitações, mas nos impulsiona a atos (mesmo que pequenos) de coragem e amor.
O passado e o futuro podem ser enriquecedores quando jogam luz em nosso dia a dia. Quando alimentam em nós uma esperança ativa e quando nos fortalecem em nossas lutas do quotidiano. Quando projetam-nos para os desafios da vida, sem medo algum, instilando em nós a ousadia e a criatividade.
L. Bastos
O futuro, igualmente, é benfazejo se, em vez de inquietação, nos anima e inspira à ação. Quando não nos fala somente de nossas limitações, mas nos impulsiona a atos (mesmo que pequenos) de coragem e amor.
O passado e o futuro podem ser enriquecedores quando jogam luz em nosso dia a dia. Quando alimentam em nós uma esperança ativa e quando nos fortalecem em nossas lutas do quotidiano. Quando projetam-nos para os desafios da vida, sem medo algum, instilando em nós a ousadia e a criatividade.
L. Bastos

